Artigos sobre "Torcida"
Coluna do Fanático #7: A 3ª torcida que na verdade é a 11ª
Postado por Rodrigo Muñoz em 9 de julho de 2011 | 1 ComentárioColuna do fanático #4: A mesma camisa. Pensamentos diferentes.
Postado por Rodrigo Muñoz em 10 de junho de 2011 | 13 ComentáriosQuem é de São Paulo e costuma ir ao morumbi sabe que a torcida so São Paulo é tão dividida quanto ao próprio estádio.
Existem aqueles que vão a todos os jogos, aqueles que são mais turistas, os cornetas, os “organizados” mas a grande maioria é quem anda ditando o jogo… justamente aqueles que não vão de transporte público, aqueles que também não vão de carro, de moto ou de qualquer que seja o meio de transporte… como esses aí fazem? Não fazem! … a maioria que me refiro são os são paulinos que não vão ao estádio.
Estes sim estão por de trás de todo o rolo de nossos jogos na tabela de programação da Globo, é por eles que não temos muitos jogos de domingo as 16hs que até então se diz como o top do futebol no fim de semana.
E porque eles estão com a preferência? porque é essa maioria que compra o pay per view e fica lá, no sofasão e não vai para o estádio, e é por eles que nossos jogos está em grande parte em horário de quem asiste mais tv, sabadão a noite.. um joguinho do São Paulo pra ver antes de sair de balada… opa! … ta lá no pay per view.
Existe uma grande parte dos são paulinos que são uma boa fatia das vendas dessa programação e acreditem, os jogos estão assim por eles e assim irão ficar porque a preferência é deles! Não tiro a razão deles… eles não tem culpa de por exemplo presenciar uma briga de são paulino contra são paulino dentro do próprio estádio… Eu ja vi e sei de tantas outras histórias e é por essa violência e muitas outras que grande parte dos torcedores não vão mais ao estádio. Levar família? nem pensar, imagina ter que levar uma criança em um banheiro daquele? impossível no meio daquela sujeira toda.
Porém… aquele são paulino que sai por exemplo da zona norte e atravessa a cidade de onibus, metrô e ônibus para pagar ingresso, pegar fila e depois se ferrar no transporte público (outra vez) para voltar para casa não ligam não… Afinal renda de estádio é pouca… carnê com os jogos do brasileirão vende muito menos que pacote do PFC.
Business, Marketing! … E assim tocamos nosso futebol.
Meu twitter: @RodrigoMMunoz
Sobre torcedores comuns e organizados
Postado por Julio Anderson em 14 de março de 2011 | 3 ComentáriosColuna do Zanquetta
Por Alexandre Zanquetta, republicado de Blog do São Paulo
Em meio à campanha contra o 3o mandato, alguns torcedores, colegas nossos tricolores foram ameaçados no Canindé. Não se trata de apoio ou opinião ao 3o mandato, nem meu, nem dos ameçadores torcedores de uma organizada. Se tratavam de interesses representados em forma de uma torcidas organizada. Uma organizada, que cerceou os direitos de alguns sãopaulinos de bem, que exerciam seu livre direito de democracia e faziam seu manifesto, seu protesto em paz, educadamente e foram aterrorizados. Este fato, revoltou-me.
Revoltou-me, como certa vez, ao conversar com um forte integrante de uma torcida que não é organizada, que apenas se reuniam e tinha m como meta apoiar o time integralmente durante as partidas, que eram constantemente ameaçados e que não podiam ficar em determinados locais no estádio. Não só não podiam, como eram sempre perseguidos e limitados por ameaças. Agora pergunto-lhes: como um sãopaulino, que decide ir a o jogo com alguns amigos para apoiar o time, pode ser ameaçado? Por que ganharam visibilidade do apoio incondicional? Por que fazem apenas o papel de torcedor e tem grande aceitação por isto? Saibam, que alguns jogadores, sempre se encaminhavam na direção deles para comemorarem gols ou revereciar após serem ovacionados. E só iam a eles pela postura única e exclusiva de torcedores.
Eram um dos únicos, além de alguns poucos outros que gritavam o nome de Richarlyson. Eram os únicos que apoiavam integralmente sem cornetagens. No estilo torcidas argentinas que muitos tanto idolatram e que esquecem de manter a postura nos estádios de cantar e apoiar o tempo todo. Um gru po que não avançou ou avança pois não podem. São encolhidos e tolhidos por outros “torcedores”.
Al ém de intitularem-se oficiais do clube, algumas organizadas, usam de benefícios do clube, ganham vantagens e são bancados para apoiarem e não criarem problemas com a diretor i a. Um exemplo disto, é que por exemplo, não viram no Corinthians, fora Andres e sim fora Ronaldo e R. Carlos, fora Tite. Por que será? Será que a torcida deles ama o Andres?
Enfim, onde estou querendo chegar, é que um grupo, que prefere ir ao estádio para se auto proclamar, gritar seu próprio nome e não do clube, vestir uma camisa que não a do clube, que vibra com muito que não seu clube, que faz de tudo menos ficar focando só no clube, que é o óbvio. A ideologia dessas torcidas, costumam vir mais no foco de bater, matar, aniquilar. Lembrem-se de Belluzo ao evocar a “morte aos bambis” em uma renião da Mancha. Foi à toa? Coincidência? Claro que não.
Alguém acredita que vão até lá em bando, loucos de vontade de gritar o nome do São Paulo e erguerem bande irões do Tricolor? O que eles mais desejam? Isto, ou perseguir e caçar “inimigos” na rua? Atirar, apedrejar, lançar bombas? Por que na cabeça deles, não passa criarem cânti co s e músicas de enaltação e amor ao time? Criarem ações que motivem os jogadores? Que façam, de novo, o seu único papel de um torcedor que é apoiar o time?
Enquanto isso, gente de bem, fica em casa na TV. E marginais, usufruem do estádio.
São todos? Não. Mas estão longe de ser minoria, senão seriam expulsos de suas facções e da maioria. Jogos de um time só, estádios vazios, pais, crianças, mulheres e amantes do bom futebol, estes que mais merecem, estão fadados. Torcedores de bem que unem-se em prol do time, estão fadados. A democracia, os espaços, o direito de liberdade de um cidadão, de um torcedor, está fadado.
E infelizmente, todos sabem disto. E ninguém faz nada.
Nada…
O novo Estatuto do Torcedor
Postado por Julio Anderson em 2 de agosto de 2010 | 1 ComentárioSenado endurece Estatuto do Torcedor e proíbe até xingamento em estádio
Republicado de Filipe Coutinho, em Folha Online.
O Senado aprovou no dia 07/07/2010 o projeto de lei que endurece o Estatuto do Torcedor e proíbe até xingamento dentro dos estádios de futebol e ginásios de esporte. Pelo texto, fica vetado “cânticos discriminatórios”, invasão de campo e incitar a violência, sob pena de prisão.
O projeto era uma das prioridades do Ministério da Justiça no acordo com senadores para a última votação do semestre no Senado. O texto aprovado será foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e passou a valer na última semana.
Numa votação rápida e sem discussão, a apresentação do projeto foi feita pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). “Esse projeto é do maior interesse do povo brasileiro”, disse.
Pela lei, a fiscalização das torcidas ficará por conta da organização da competição, do poder público e dos estádios, que deverão manter “central técnica de informações, com infraestrutura suficiente para viabilizar o monitoramento por imagem do público”.
A lei endurece também a fiscalização das torcidas organizadas, que serão obrigadas a manter cadastro com foto e endereço de todos os associados. Caso um membro da torcida cometa infrações, toda a associação poderá ser responsabilizada e proibida de entrar nos estádios por até três anos. Os prejuízos causados por um torcedor poderão ser de responsabilidade da associação.
A lista dos infratores deverá ser publicada na internet e na entrada dos estádios. O texto proíbe ainda a entrada com fogos de artifícios, cartazes e faixas ofensivas e “entoar cânticos discriminatórios”. Ou seja, os tradicionais xingamentos contra juízes e jogadores estarão proibidos, sob pena de ser expulso do estádio.
A lei autoriza ainda a criação de juizados do torcedor para julgar as infrações nos estádios. Torcedores que promoverem “tumulto” nas proximidades do estádio ou invadirem o campo poderão ficar presos por até dois anos. A pena pode ser convertida em proibição de comparecer aos jogos, em caso de réu primário.
O projeto aprovado tenta também moralizar a organização das competições. O texto veta a presença de cambistas, obriga a publicação da súmula dos jogos na internet e cria ouvidorias nos estádios. Quem tentar fraudar resultados terá como pena até seis anos de prisão. Os cambistas terão como pena dois anos de prisão.
O projeto é de autoria do deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP) e tramitava no Congresso desde 1995, antes mesmo do Estatuto do Torcedor ser criado. Um novo texto foi apresentado em 2009, pelo governo federal, com a redação aprovada.
A caretice e o “politicamente correto” tornam estádios de SP em quase túmulos
Postado por Julio Anderson em 13 de janeiro de 2010 | 3 Comentários
Republicado de Mauro Cezar Pereira, blogueiro do ESPN.com.br
Na virada do ano, vi em DVD “23 Anos em 7 Segundos”, documentário que conta a saga do Corinthians na busca por um título de campeão, o que aconteceu em 1977 após mais de duas décadas de jejum. O filme é muito interessante, pelos depoimentos e especialmente imagens da época.
E nesses registros históricos, é possível ver um Morumbi diferente do atual. No lugar do clima frio de tantos jogos, com bandeiras proibidas e uma série de restrições, muitas delas tolas, havia uma atmosfera de… estádio de futebol. Algo que falta, inclusive, à maioria das “arenas’ europeias.
Torcedores do Corinthians no Morumbi em jogo de 1980: bandeiras, muitas bandeiras…
Tal cenário ainda pode ser visto no Brasil, não só no Maracanã, onde as festas das torcidas cariocas ainda são belíssimas, como em Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, etc. Mas em São Paulo, o estádio virou um lugar frio, sem a vibração de outros tempos. Quase um “túmulo” em alguns jogos.Aquela final de campeonato paulista de 1977 foi marcante. Mas de 146 mil pessoas num Morumbi repleto de bandeiras. Um espetáculo. A entrada em campo foi memorável. Mas os mastros foram proibidos pelas ditas autoridades. Alegam que podem ser usados como armas em brigas.
Torcedores do São Paulo soltam balões e agitam bandeiras no Morumbi
De fato, no passado, eventualmente, isso até acontecia. Mas era muito raro. E a impossibilidade de agitar bandeiras nas arquibancadas ajudou a fazer dos estádios de São Paulo locais mais frios, sem o brilho que elas proporcionam ao espetáculo. E, claro, a decisão não afastou a violência, todos sabem.
É a praga do politicamente correto, mais uma vez. E essa caretice enche o saco. Bandeiras? Não pode. Rolos de papel na entrada em campo? De jeito nenhum. Foguetórios? Ah, é perigoso. Um verdadeiro porre. Querem transformar futebol em que afinal? Ópera?
Palmeirenses exibem bandeiras no Palestra Itália: elas ainda eram permitidas
Qual o problema em se colocar alguns elementos que retirem do gramado o papel atirado na entrada em campo antes do jogo? Gerariam alguns empregos, pelo menos. E por que não foguetórios feitos profissionalmente, como no reveillon carioca? Não é um show?
No Rio de Janeiro, o narrador Waldir Amaral, um dos maiores nomes do rádio esportivo, repetia após cada gol: “Uma tempestade de bandeiras saúda o primeiro tento do …” Hoje, se fosse vivo, ele jamais poderia utilizar tal bordão em jogos disputados em São Paulo.
Torcida do Santos com suas bandeiras antes de jogo na Vila Belmiro
As fotos deste post registram um tempo em que as torcidas paulistas levavam suas bandeiras ao estádio. Isso também é futebol.
Pesquisa: Brasileiros atribuem violência em estádios às organizadas
Postado por Julio Anderson em 15 de dezembro de 2009 | 2 Comentários
Briga no Couto Pereira - Foto: Uol Esportes
Fonte: Globo Esporte

Uma pesquisa da TNS Sport Brasil realizada em novembro mostra que 84,75% das 8.216 pessoas ouvidas associam a violência nos estádios de futebol às torcidas organizadas. Segundo a coluna “Panorama Esportivo”, do jornal “O Globo”, a cidade de Santos é onde mais pessoas emitiram esta opinião: 95,35%. Florianópolis é a segunda colocada, com 92,37%.
Ficou em terceiro Curitiba, onde no último domingo ocorreram o vandalismo no Couto Pereira após o jogo entre Coritiba e Fluminense (veja imagens da pancadaria no vídeo abaixo). Na capital paranaense, 91,75% das pessoas fizeram esta associação.
Para o torcedor brasileiro, a principal responsabilidade pela violência nos estádios são as torcidas organizadas, com 84,75% das citações. As autoridades de segurança pública vêm em seguida, com 7%.
“É um número bastante expressivo. Podemos afirmar tranquilamente que as torcidas organizadas afastam um bom número de torcedores dos estádios e que os clubes estão perdendo receita significativa com a conivência com os uniformizados”, afirma César Gualdani, sócio-diretor da TNS Sport Brasil.
Na mesma pesquisa foi feita a seguinte pergunta: “Se as torcidas organizadas fossem banidas do futebol, o torcedor iria assistir aos jogos nos estádios?” A resposta sim foi escolhida por 61% dos entrevistados.
Escolha os craques imortalizados na estação de Metro do SPFC
Postado por Julio Anderson em 11 de dezembro de 2009 | Deixe seu comentário
O “Projeto Encontros” é uma iniciativa da Secretaria de Transportes Metropolitanos do estado de São Paulo para a requalificação das estações da Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô, aproveitando seu potencial para atividades culturais, sociais e artísticas.
O grande destaque do projeto apresentado é a parte dedicada ao futebol, a paixão do povo brasileiro. Os cinco principais clubes de São Paulo serão agraciados com uma estação cada, quase todas já existentes, transformando-as suas verdadeiras embaixadas, com painéis com a história dos times, fotos dos maiores craques de todos os tempos e de suas grandes vitórias e conquistas no decorrer das décadas.
Jogadores do passado serão imortalizados no memorial da fama e as conquistas de cada clube terão destaque com a exposição de réplicas de troféus. Serão, na verdade, museus abertos ao público.
O São Paulo F.C. terá seu memorial instalado inicialmente na Estação Butantã da Linha 4 – Amarela – do Metrô. Posteriormente, com a inauguração da Estação São Paulo-Morumbi, da mesma Linha, prevista para 2012, o memorial será transferido para lá.
E quem escolhe os ídolos são-paulinos que serão imortalizados no memorial da fama da estação São Paulo – Morumbi é a torcida! Os critérios são comuns para todos os clubes, e a seleção é feita por períodos de cerca de 2 décadas. São 7 jogadores concorrendo por período, escolha seus ídolos!
Vote e escolha os primeiros craques que serão homenageados!
Fonte: Site Oficial do SPFC
A árdua missão de ser um torcedor incondicional
Postado por Julio Anderson em 24 de novembro de 2009 | 7 Comentários
Em sua coluna na SPNet (reproduzida abaixo), Juan Carlos ressalta em como é dura a vida daquele torcedor que prega o apoio incondicional ao time, que sabe da importância de se enaltecer o seu time nas vitórias e reconhecer as qualidades do seu time nas derrotas.
Ganhando ou perdendo, sempre a apoiar, essa é a base do que acreditamos.
É muito árdua a missão de ser um torcedor incondicional
Juan Carlos, colunista da SPNet
Não é nada fácil ser um torcedor incondicional nos tempos atuais, onde somos submetidos a uma cultura que prega a ingratidão combinada com a memória curta, isso nos mais variados locais que se possa imaginar: No papo de boteco, nos programas televisivos, no próprio estádio ou onde quer que se possa imaginar….
Mas, antes de expor meus argumentos, gostaria de esclarecer que o título e o tema a serem comentados não podem ser levados ao pé da letra (como tudo na vida), pois, indiscutivelmente, existem ocasiões em que a realidade mostra um cenário favorável a protestos e bravatas pedindo mudanças. Exemplifico com a situação enfrentada por alguns clubes conhecidos por nós, que além de serem humilhados pelo rebaixamento são obrigados a ver jogadores fraquíssimos trajando a camisa do time enquanto os cartolas enchem o bolso de dinheiro. Sem dúvida em uma ocasião como essa não há como não se revoltar. Porém, falo do nosso Querido Tricolor, que jamais passou por situação parecida.
Depois que o São Paulo venceu o Santos no primeiro turno do campeonato em Junho, jogo que sucedeu a também vitória sobre o Barueri, levantei a bandeira de que nosso time brigaria pelo título. Na época foi complicado bancar, chegava a dar risada dos que diziam que o São Paulo FC correria riscos de rebaixamento, mas hoje, com a verdade vindo à tona, colho os frutos de confiar no meu time de coração.
Essa é a maneira de se torcer. Enaltecer a vitória e minimizar a derrota, reconhecer as qualidades e apoiar nas adversidades, defender com unhas e dentes os que estão no clube e não se deixar levar por algumas leviandades que muitos tentam plantar em nossa mente. Fizemos uma grandiosa partida diante do Botafogo fora de casa.
Reconheço que, em virtude dos desfalques, faltou um pouco de experiência ao time, faltou tarimba, e para mim esse foi o grande vilão nosso principalmente após estarmos à frente no placar, mas gostei muito das atuações de Arouca e Marlos, por exemplo, jogadores que certamente farão parte do elenco do próximo ano. Marlos puxou importantes contra-ataques e demonstrou muita habilidade aliada a objetividade em diversos lances, já Arouca, que não conseguiu uma boa seqüência quando chegou ao Soberano, vai se firmando na equipe e atuando com uma personalidade de quem pode assumir a condição de titular.
Nesse ano, vejo como muito boa as ações da diretoria e acho difícil entender como alguns conseguem criticar tanto o presidente Juvenal. O clube trouxe grandes jogadores a custo zero, além de conseguir manter o atual elenco (também em virtude da crise econômica, é verdade). No meio do ano, foram enviadas propostas de valor altíssimo para o zagueiro Miranda, porém o clube conseguiu mante-lo no elenco, reconhecendo que ele é um dos pilares da equipe e sem ele seria muito difícil brigar pelo título. Hernanes foi outro que o clube conseguiu segurar apesar das investidas dos times estrangeiros. É claro que mais a diante esses jogadores serão negociados, mas é ai que entra o planejamento de um clube, onde atletas que estão como suplentes já são preparados para entrar na equipe e suprir a ausência dos que saem.
Além disso, reconheço como sendo ótimas as contratações para o próximo ano, pois os confirmados Fernandinho e Marcelinho Paraíba com certeza cairão como uma luva nessa equipe.
Em relação a torcida do Mais Querido, já vejo uma mudança no sentido desse apoio incondicional que comento. Lembro a todos que temos a terceira maior média de público do campeonato Brasileiro, sendo o primeiro colocado entre os clubes paulistas, o que comprova uma torcida que apoiou o campeonato inteiro. No primeiro semestre, quando fomos eliminados pelo rival no Paulistinha, o que se ouviu das arquibancadas foi a torcida gritando a plenos pulmões o hino do clube, um gesto muito legal e diferenciado. Espero que continuemos assim, não só crescendo exponencialmente no sentido numérico, mas crescendo com qualidade, a qualidade que o nosso tão querido clube necessita e merece. E, por fim, não deixo de frisar que tenho muita fé nesse inédito hepta. E como eu te amo tricolor!
São-paulinos, a torcida fiel de verdade
Postado por Julio Anderson em 11 de novembro de 2009 | 2 ComentáriosQuando uma mentira repetita muitas vezes pode se passar por verdade. Ou, como a fama de torcidas fieis vão por água a baixo quando confrontadas com os números. Mesmo com o gordo estrela atuando no time da Marginal e a porcada tendo liderado o campeonato por quase um turno é o São Paulo o dono da maior média de público no Estado de São Paulo.
Após ter perdido a Libertadores, ter seu técnico demitido depois de três anos (e três Brasileiros conquistados), estar em péssimo momento e beirando a zona de rebaixamento ainda sim mantém a 3ª maior média de público de todo o Brasileiro (22 mil pessoas), atrás somente de Atlético e Flamengo.
Os rivais até gostariam que fosse algo isolado… pena que isso não vem só de hoje, veja o histórico sobre quem realmente tem uma torcida fiel:
Fim de um mito
Blog do São Paulino – Jovem Pan
Todos nós tricolores cansamos de ouvir os corintianos dizerem que a maior e mais fiel torcida é a deles. Maior até acho que ainda é, por no máximo uns 5 ou 10 anos, mas mais fiel, só pode ser brincadeira de péssimo gosto.
Vamos aos números com os públicos dos três maiores times de São Paulo nos Campeonatos Brasileiros de 2006,2007,2008 e 2009. A fonte para não deixar dúvidas é a organizadora das competições – a CBF, e podem ser checados no endereço http://www.cbf.com.br/.
2006 – Média de público
São Paulo – 22.949 pagantes
Corinthians – 15.692 pagantes
Palmeiras – 12.748 pagantes2007 – Média de público
São Paulo – 28.622 pagantes
Corinthians – 19.978 pagantes
Palmeiras – 17.586 pagantes2008 – Média de público
São Paulo – 21.333 pagantes
Corinthians – Que pena, estava na 2ª Divisão
Palmeiras – 16.877 pagantes2009 – Média de público (faltando 4 rodadas)
São Paulo – 22.787 pagantes
Corinthians – 20.496 pagantes
Palmeiras – 18.047 pagantesEnfim, contra números não há argumentos. Um banho nos títulos e também nos públicos do nosso tricolor, e tenho dito…
Torcida que faz a diferença
Postado por Julio Anderson em 10 de novembro de 2009 | 1 ComentárioDe acordo com matéria publicada no site oficial, é comprovado que quanto maior a presença da torcida são-paulina no estádio, mais chances o time tem de sair de campo com uma vitória.
Se você ainda precisa de algum tipo de incentivo pra apoiar seu time nessa reta final, essa é a hora!
Desempenho do São Paulo cresce junto com a maior presença de público no Morumbi
Por Fábio Espindola, assessoria do São Paulo Futebol Clube
O torcedor do São Paulo será peça fundamental nesta reta final do Campeonato Brasileiro, quando o clube briga pelo sétimo título nacional, o quarto de forma consecutiva. Nos dois confrontos que restam no Morumbi (Vitória e Sport), os são-paulinos podem fazer a diferença, empurrando o time rumo a mais uma conquista.Após a vitória sobre o Barueri, quando 39 mil torcedores estiveram presentes no estádio, o goleiro Rogério Ceni disse: “Esses caras (torcedores) têm que entender que ganham o jogo pra gente, fazem a diferença. O estádio deve estar sempre cheio assim. Eles precisam entender que são o diferencial do nosso time”, comentou na época o capitão são-paulino.
Muitos podem pensar que foi apenas mais um modo do maior ídolo do clube agradar sua enorme legião de fãs, mas os números comprovam que o torcedor tem participação direta nos resultados obtidos pelo São Paulo.
Desde que o Campeonato Brasileiro passou a ser disputado no sistema de pontos corridos (2003), o time disputou 31 jogos em casa com um público pagante maior do que 25 mil pessoas. Nestes duelos, o time obteve 19 vitórias e nove empates, além de sofrer três derrotas, o que representa um aproveitamento de 72% dos pontos disputados.
Se os números apresentados já são bons, com cinco mil torcedores a mais o time tem desempenho ainda melhor. Com mais de 30 mil torcedores no Morumbi, o time atuou em 25 partidas, com 16 vitórias, sete empates e apenas duas derrotas, aproveitamento de 73,3%.
Na mesma entrevista coletiva, Rogério Ceni disse ainda que “quanto mais gente estiver apoiando, mais chances você tem de conseguir resultados positivos”. Outra vez o maior goleiro-artilheiro do mundo demonstrou estar certo.
Desde 2003, com mais de 40 mil são-paulinos o time nunca perdeu no Morumbi pelo Campeonato Brasileiro. Foram 14 jogos, com dez triunfos e quatro empates, aproveitamento impressionante de 80% dos pontos.
Agora, nestes últimos dois jogos cabe ao torcedor do clube fazer sua parte fora das quatro linhas, que dentro de campo o time tem tudo para corresponder a altura e conseguir dois grandes resultados.
“Tenho certeza que o nosso torcedor estará lotando o Morumbi nessas duas rodadas em casa, nos apoiando e empurrando durante todo o jogo. Com eles no estádio nosso time fica muito mais forte”, avisa Rogério Ceni.


Revoltou-me, como certa vez, ao conversar com um forte integrante de uma torcida que não é organizada, que apenas se reuniam e tinha m como meta apoiar o time integralmente durante as partidas, que eram constantemente ameaçados e que não podiam ficar em determinados locais no estádio. Não só não podiam, como eram sempre perseguidos e limitados por ameaças. Agora pergunto-lhes: como um sãopaulino, que decide ir a o jogo com alguns amigos para apoiar o time, pode ser ameaçado? Por que ganharam visibilidade do apoio incondicional? Por que fazem apenas o papel de torcedor e tem grande aceitação por isto? Saibam, que alguns jogadores, sempre se encaminhavam na direção deles para comemorarem gols ou revereciar após serem ovacionados. E só iam a eles pela postura única e exclusiva de torcedores.














