Artigos com tag "Torcidas Organizadas"
Torcidas organizadas proibidas de vender ingressos
Postado por Raí em 31 de março de 2012 | Deixe seu comentário
Foto: Gabriel Uchida - Fototorcida
Organizadas de SP estão proibidas de vender ingressos
Republicado de Folha.com
As torcidas organizadas de futebol estão proibidas de vender ingressos do Campeonato Paulista, segundo informou a Federação Paulista de Futebol (FPF). Segundo a entidade, a decisão foi uma recomendação do Ministério Público “devido a gravidade do conflito do último domingo”.
Na ocasião, torcedores do Corinthians e do Palmeiras protagonizaram uma briga em uma avenida na zona norte da capital antes do clássico que ocorreu no estádio do Pacaembu. A barbárie terminou com ao menos dois torcedores palmeirenses mortos.
Confira a íntegra da nota da FPF:
“A Federação Paulista de Futebol informa nesta sexta-feira, por meio do Vice-Presidente do Departamento de Competições, Cel. Isidro Suita Martinez, que está suspensa a venda de ingressos de jogos de futebol em todas as sedes de torcidas organizadas no Estado de São Paulo.
A decisão foi tomada atendendo à recomendação do Ministério Público, por meio do 5º Promotor de Justiça do Consumidor, Dr. Roberto Senise Lisboa, devido a gravidade do conflito do último domingo envolvendo torcedores de Corinthians e Palmeiras e terá vigor até o término da apuração dos fatos.”
Votação sobre bandeiras adiada
Postado por Ricardo de Aguiar Ribeiro em 7 de abril de 2010 | 2 ComentáriosComo era de se esperar, mais uma vez foi adiada a decisão sobre a volta das bandeiras nos estádios de São Paulo. Após 3 horas e meia de debate, os deputados chegaram a conclusão de que será necessário pelo menos mais uma audiência para se ter um resultado sobre o tema discutido.
O debate reuniu diversas figuras importantes sobre assunto, entre eles, o vice-presidente da FPF e os diretores das Torcidas Organizadas dos grandes clubes de São Paulo.
Nesta assembléia, ficou claro o apoio a causa tanto pela FPF quanto pelos deputados presentes. O representante da FPF, o vice-presidente Rogério Caboclo, fez questão de ressaltar “O que faz um futebol bonito são grandes times, grandes jogadores e o espetáculo proporcionado pelas torcidas”.
Além disso Caboclo fez-se entender que a FPF não só é a favor da volta das bandeiras, como também da comercialização de bebidas alcoólicas dentro do estádio, segundo ele, “Não é o alcool, mas sim a indole da pessoa que define suas atitudes, quem quer beber, bebe fora do estádio da mesma forma”.
Torcidas Organizadas reclamam da Polícia Militar
A audiência teve como destaque a palavra dada aos representantes das torcidas que defederam seu ponto de vista e criticaram a atitude da polícia militar quanto aos artigos que são vetados como bexigas, bandeiras de pequeno porte entre outros.
Kinho, o diretor da torcida Independente citou como exemplo o jogo desta quarta-feira contra o Santo André, aonde a polícia militar teria vetado a entrada de bexigas, o que o diretor considerou um absurdo.
Além da Independente, também foram ouvidos representantes da Gaviões da Fiel e da Mancha Verde. O diretor da Gaviões, Thiago Guerreiro, explicou em suas palavras qual o processo, “Como todos sabem, sempre tem as reuniões antes dos jogos, a gente define o que vai levar, apresenta o protocolo para a policia militar e liga no dia seguinte para a confirmação”, porém o problema vem com a resposta da Polícia Militar, “Muitas vezes a gente prepara tudo, faz todo o planejamento e quando chega no dia do jogo, é vetado pela polícia militar.” explica o Diretor corinthiano.
Em geral, o que se ouviu foram reclamações contra a rigidez da PM, que não só veta bandeirões, como artigos que não proporcionam nenhum pergio ao torcedor como bexigas e papel picado.
Thiago ainda atacou, “Aquela briga que aconteceu em 1995 (São Paulo x Palmeiras), mais pareceu uma emboscada para a torcida organizada. O estádio estava em construção, tinha vários pedaço de pau e pedra e quase nenhuma segurança”.
A polícia militar se pronunciou contra através de Conte Lopes, segundo o deputado, ”O objetivo da PM é garantir a segurança e não se colocar a favor ou contra o projeto de lei”.
As bandeiras com bambu voltando a tremular nos estádios paulistas!?
Postado por Telê Santana em 6 de abril de 2010 | 13 ComentáriosO projeto nº 204/10 que em discussão na Assembléia Legislativa pode finalmente trazer os bandeirões com mastro de volta aos estádios de todo o Estado de São Paulo. O projeto, de autoria dos deputados Roberto Felício e Vicente Cândido, justifica que em todos os estádios do Brasil é permitida bandeiras com haste exceto nos estádios de futebol do Estado de São Paulo.
A presença das bandeiras com haste de bambu, organizada dentro dos procedimentos previstos no projeto de lei, não implicariam em qualquer manifestação de violência por parte das torcidas organizadas. A proibição de bandeiras com mastro completou 14 anos e foi adotada após a briga entre torcedores de São Paulo e Palmeiras numa partida de juniores.
No texto A caretice e o “politicamente correto” tornam estádios de SP em quase túmulos, Mauro Cezar Pereira comenta sobre como as proibições nos estádios paulista estão acabando com as tradicionais festas de torcida. Talvez seja a hora dessa situação, com cautela e responsabilidade, começar a mudar.
Leia abaixo o trecho do projeto de lei que trata sobre os bandeirões ou baixe o arquivo em .pdf com o texto completo do projeto, que trata também sobre numeração de lugares e outras restrições nos estádios paulistas.
PROJETO DE LEI Nº 204, DE 2010
Dispõe sobre a ocupação dos lugares nos ginásios, estádios, praças de Esporte, permissão e restrição de uso de materiais e equipamentos e demais procedimentos no evento esportivo
A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO DECRETA:
(…)Artigo 5º – As torcidas dos eventos realizados nos locais discriminados no artigo 1º poderão portar bandeiras com mastro / suporte de bambu e/ou similar.
§ 1º – Os portadores de bandeiras com mastro / suporte de bambu e/ou similar deverão ser cadastrados pelo organizador do evento e/ou pela federação da modalidade esportiva da competição e/ou pela Polícia Militar.
§ 2º – Os mastros / suportes de bandeiras de bambu e/ou similares serão numerados e/ou identificados para cada portador a ser cadastrado.
§ 3º – A utilização de bandeira com mastro / suporte de bambu e/ou similar para qualquer outro fim, que não seja a manifestação festiva do torcedor e que venha a contribuir para a violência no evento esportivo, será de responsabilidade do portador cadastrado.
(…)
Justificativa
Em todos os estádios do Brasil é permitida a entrada das grandes bandeiras, com haste de bambu, exceto nos estádios de futebol do Estado de São Paulo.
As bandeiras e os bandeirões constituem-se num espetáculo à parte nos campos de futebol, alegrando e engrandecendo o ambiente esportivo. Não é justo a permanência dessa restrição no Estado de São Paulo, em função do que estabelece a Lei nº 9.470 de 27 de dezembro de 1996. A presença das bandeiras com haste de bambu, organizada dentro dos procedimentos previstos no projeto de lei, não implicam em qualquer manifestação de violência por parte das torcidas organizadas. Com responsabilidade, educação, disciplina e organização das torcidas é possível embelezar o espetáculo e engrandecer a prática do Esporte no Estado de São Paulo.
Contamos com o apoio de todos os parlamentares para a aprovação desse Projeto de Lei, que vai mudar a imagem das torcidas organizadas.
Sala das Sessões, em 9/3/2010
a) Roberto Felício – PT
a) Vicente Cândido – PT
Por que as Organizadas não levam o Carnaval para os Estádios?
Postado por Julio Anderson em 13 de fevereiro de 2010 | Deixe seu comentárioRepublicado de Blog do Quartarollo
O pedido dos carnavalescos foi atendido e não choveu no primeiro dia de desfile no Anhembi, aqui em São Paulo.
Ultimamente, São Paulo sem chuva é manchete nova.
O carnaval paulista tenta se organizar se espelhando no Maior Show da Terra, que é o Carnaval do Rio de Janeiro, uma coisa de outro Mundo.
Na madrugada de domingo desfila a Gaviões da Fiel.
Ligada a torcida Organizada do Corinthians terá muita gente do clube mostrando a cara na Avenida.
No primeiro dia, até para não haver confronto, desfilou a Mancha Verde, ligada ao Palmeiras.
O desfile da Mancha foi muito bonito. Não sei se vai ganhar o carnaval ou se é para tanto, mas vale o destaque.
A Gaviões também promete. Já tem mais tradição e já foi campeã.
As duas torcidas criaram alguns problemas e foram colocadas no seu devido lugar pelos homens do samba.
Agora estão no Grupo Especial, se respeitando e respeitando mais o evento. Levaram o estádio para Sambódromo e se deram mal.
Lá não é lugar de brigar por nada. Não é lugar de tratar o outro como inimigo só porque a camisa tem outra cor.
Mas o estádio deveria ser igual o Sambódromo.
Por que é que as Torcidas Organizadas que conseguem fazer uma festa no Carnaval, são tão arruaceiras e bandoleiras nos Estádios?
Não dá para entender. Parece o caso do médico e o monstro. Tem duas personalidades bem distintas.
Já imaginaram que festa seria se as Organizadas levassem a alegria do Samba para o futebol.
No entanto só levam a pancadaria. A parte boa só consegue se expressar uma vez por ano durante o Carnaval.
Está na hora das Organizadas pensarem nisso. Seria melhor para elas, para o futebol e tenho certeza agradaria até os torcedores comuns.
Seria uma festa e tanto. Não estou pedindo um desfile em cada jogo, mas que pelo menos levem a alegria e a leveza do carnaval para os estádios.
Se conseguem fazer uma vez por ano, quem sabe consigam ser assim o ano inteiro.
É melhor deixar o monstro preso nos barracões.
Prefeitura prepara esquema de segurança especial para clássico
Postado por Julio Anderson em 6 de fevereiro de 2010 | Deixe seu comentário Infelizmente, clássicos como o que será disputado domingo contra o Santos ainda apresentam certo perigo ao torcedor que só deseja ir ao estádio curtir e torcer pelo seu time. Pra evitar confusões entre torcidas a Prefeitura de Barueri promete montar um esquema de segurança especial para o jogo (ver abaixo).Não é preciso deixar de acompanhar nosso time do coração mas, se for ao jogo domingo, lembre-se de tomar cuidado, para evitar confusões em dia de clássico é só não vacilar:
Não use sua camisa na trajeto de ida e volta, principalmente se for para a Arena usando trem, vista-a somente no estádio. Não tenha pressa, após o fim da partida espere dentro do estádio para não pegar trem cheio. E, principalmente, afaste-se de grupos que perceber estarem apenas para fazer baderna. Se estiver de carro, respeite as indicações dos agentes de transito que orientarão caminhos para cada torcida.
Chegue com antecedência para entrar com tranquilidade, após às 13 horas só vai chegar perto da Arena Barueri quem tiver ingresso, barreiras serão montadas pela polícia. A torcida são-paulina descem na estação Jd. Belval e santistas descem na estação Barueri. Após o jogo, a torcida adversária deve ficar por volta de uma hora esperando.
Vamos garantir que a festa seja bonita dentro e fora do estádio, deixe a disputa pra dentro do campo. E bom jogo pra gente!
Para que a paz reine em Barueri, 700 policiais trabalharão no clássico
Republicado de Globoesporte.com
Uma verdadeira operação de guerra. Assim pode ser considerada a operação que será feita em conjunto pelos 700 homens do Batalhão de Choque do 2º Batalhão de Choque da PM de São Paulo e pela Guarda Municipal de Barueri, que trabalharão neste domingo para garantir a paz no clássico entre São Paulo e Santos, que será realizado às 17h deste domingo, na Arena Barueri.
- Faremos uma grande operação. As torcidas, em nenhum momento, se encontrarão. Mesmo para quem chega de trem, fica um aviso. Os são-paulinos deverão descer na estação Jardim Belval da CPTM. Já os santistas só poderão desembarcar na estação Barueri. Faremos de tudo para que nada grave aconteça – afirmou o capitão Terra, que conversou com a reportagem do GLOBOESPORTE.COM.
Para quem ainda não comprou o ingresso, fica o aviso. As bilheterias da Arena Barueri só funcionarão até às 13h, quatro horas antes do início da partida. Essa medida faz parte de um acordo entre a Polícia Militar e os clubes e visa afastar do local das partidas quem não tem ingresso e que acaba causando confusão.
- Quem não tiver comprado ingresso, que se apresse. As bilheterias vão fechar e depois vamos fazer uma varredura. Só ficará na área do estádio quem tiver ingresso – garantiu o capitão.
Os portões da Arena Barueri serão abertos às 14h. Dos 25.832 ingressos colocados á venda 2.510 ficaram para a torcida do Santos que, após a partida terão de esperar os são-paulinos irem embora. A previsão é que eles saiam do estádio somente uma hora após o término do clássico válido pela sétima rodada do Campeonato Paulista.
Prefeitura de Barueri promete “operação de guerra” no clássico
Republicado de ESPN.com.br
Depois do impasse que quase tirou o jogo entre São Paulo e Santos da Arena Barueri, a prefeitura da cidade divulgou comunicado prometendo tomar todas as precauções para evitar confronto entre torcedores. A nota informa que são-paulinos e santistas encontrarão “uma mega operação policial, quase que uma operação de guerra”.
O São Paulo é o mandante no duelo e, por isso, ficará com a carga maior de ingressos (23.322), enquanto o Santos terá 2.510 bilhetes. E o esquema de segurança tem o propósito de evitar encontros entre os adversários.
“Haverá placas, faixas e Agentes de Trânsito orientando os torcedores do São Paulo a deslocarem-se para a frente do estádio para acessarem a Arena, e os santistas para deslocarem-se pela avenida Henrique Gonçalves Batista (Antiga Capitólio) para acessarem a Arena (pelos Fundos – final da Rua Olavo Bilac com Rua Santos Dumont)”, comunicou a prefeitura de Barueri.
Já os espectadores que optarem pelo trem ocuparão vagões divididos, com orientação de desembarque em estações diferentes. Todo aparato contará também com ajuda da tecnologia. “As dezenas de câmeras de monitoramento instaladas desde o centro de Barueri até a Arena estarão funcionando”.
No início da semana, o promotor do Ministério Público, Paulo Castilho, informou que os ônibus com santistas serão escoltados até o local da partida.
A bola rola no domingo a partir das 17 horas (de Brasília), pelo Campeonato Paulista. O compromisso está agendado para a Arena Barueri porque o Morumbi foi alugado pelo São Paulo para o show da cantora Beyoncé.
A caretice e o “politicamente correto” tornam estádios de SP em quase túmulos
Postado por Julio Anderson em 13 de janeiro de 2010 | 3 Comentários
Republicado de Mauro Cezar Pereira, blogueiro do ESPN.com.br
Na virada do ano, vi em DVD “23 Anos em 7 Segundos”, documentário que conta a saga do Corinthians na busca por um título de campeão, o que aconteceu em 1977 após mais de duas décadas de jejum. O filme é muito interessante, pelos depoimentos e especialmente imagens da época.
E nesses registros históricos, é possível ver um Morumbi diferente do atual. No lugar do clima frio de tantos jogos, com bandeiras proibidas e uma série de restrições, muitas delas tolas, havia uma atmosfera de… estádio de futebol. Algo que falta, inclusive, à maioria das “arenas’ europeias.
Torcedores do Corinthians no Morumbi em jogo de 1980: bandeiras, muitas bandeiras…
Tal cenário ainda pode ser visto no Brasil, não só no Maracanã, onde as festas das torcidas cariocas ainda são belíssimas, como em Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, etc. Mas em São Paulo, o estádio virou um lugar frio, sem a vibração de outros tempos. Quase um “túmulo” em alguns jogos.Aquela final de campeonato paulista de 1977 foi marcante. Mas de 146 mil pessoas num Morumbi repleto de bandeiras. Um espetáculo. A entrada em campo foi memorável. Mas os mastros foram proibidos pelas ditas autoridades. Alegam que podem ser usados como armas em brigas.
Torcedores do São Paulo soltam balões e agitam bandeiras no Morumbi
De fato, no passado, eventualmente, isso até acontecia. Mas era muito raro. E a impossibilidade de agitar bandeiras nas arquibancadas ajudou a fazer dos estádios de São Paulo locais mais frios, sem o brilho que elas proporcionam ao espetáculo. E, claro, a decisão não afastou a violência, todos sabem.
É a praga do politicamente correto, mais uma vez. E essa caretice enche o saco. Bandeiras? Não pode. Rolos de papel na entrada em campo? De jeito nenhum. Foguetórios? Ah, é perigoso. Um verdadeiro porre. Querem transformar futebol em que afinal? Ópera?
Palmeirenses exibem bandeiras no Palestra Itália: elas ainda eram permitidas
Qual o problema em se colocar alguns elementos que retirem do gramado o papel atirado na entrada em campo antes do jogo? Gerariam alguns empregos, pelo menos. E por que não foguetórios feitos profissionalmente, como no reveillon carioca? Não é um show?
No Rio de Janeiro, o narrador Waldir Amaral, um dos maiores nomes do rádio esportivo, repetia após cada gol: “Uma tempestade de bandeiras saúda o primeiro tento do …” Hoje, se fosse vivo, ele jamais poderia utilizar tal bordão em jogos disputados em São Paulo.
Torcida do Santos com suas bandeiras antes de jogo na Vila Belmiro
As fotos deste post registram um tempo em que as torcidas paulistas levavam suas bandeiras ao estádio. Isso também é futebol.
Pesquisa: Brasileiros atribuem violência em estádios às organizadas
Postado por Julio Anderson em 15 de dezembro de 2009 | 2 Comentários
Briga no Couto Pereira - Foto: Uol Esportes
Fonte: Globo Esporte

Uma pesquisa da TNS Sport Brasil realizada em novembro mostra que 84,75% das 8.216 pessoas ouvidas associam a violência nos estádios de futebol às torcidas organizadas. Segundo a coluna “Panorama Esportivo”, do jornal “O Globo”, a cidade de Santos é onde mais pessoas emitiram esta opinião: 95,35%. Florianópolis é a segunda colocada, com 92,37%.
Ficou em terceiro Curitiba, onde no último domingo ocorreram o vandalismo no Couto Pereira após o jogo entre Coritiba e Fluminense (veja imagens da pancadaria no vídeo abaixo). Na capital paranaense, 91,75% das pessoas fizeram esta associação.
Para o torcedor brasileiro, a principal responsabilidade pela violência nos estádios são as torcidas organizadas, com 84,75% das citações. As autoridades de segurança pública vêm em seguida, com 7%.
“É um número bastante expressivo. Podemos afirmar tranquilamente que as torcidas organizadas afastam um bom número de torcedores dos estádios e que os clubes estão perdendo receita significativa com a conivência com os uniformizados”, afirma César Gualdani, sócio-diretor da TNS Sport Brasil.
Na mesma pesquisa foi feita a seguinte pergunta: “Se as torcidas organizadas fossem banidas do futebol, o torcedor iria assistir aos jogos nos estádios?” A resposta sim foi escolhida por 61% dos entrevistados.















